
Tempo do Senhor
2026 • 11 faixas
Onze faixas sobre a tensão entre o que pedimos e o que Deus concede no Seu tempo. Quebrantado confronta a resistência; Rendido a resolve. No meio, Tu Me Sondas lembra que não há como escapar do olhar de quem já conhece cada resposta antes da pergunta.
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Faixas
Morri com Cristo Fui sepultado e batizado O velho homem não respira A cruz levou o que me prendia
Eu morri com Ele Com Ele viverei Pecado sepultado Eu ressuscitarei
Morto para o pecado Vivo para Deus Livre da escravidão A morte não reina Sobre quem morreu Morto para o pecado Vivo para Deus
Ressuscitado Com Cristo estou A vida nova já começou Não sou escravo Do que passou A graça reina Onde a lei falhou
Não vivo mais eu Cristo vive em mim Pecado já foi morto Retitude, justiça, enfim!
Morto para o pecado Vivo para Deus Livre da escravidão A morte não reina Sobre quem morreu Morto para o pecado Vivo para Deus
O salário do pecado É morte, só morte Mas o dom de Deus É vida, é sorte
Vida eterna Em Cristo Jesus Escravos da justiça Livres pela cruz
Morto para o pecado Vivo para Deus Livre da escravidão A morte não reina Sobre quem morreu Morto para o pecado Vivo para Deus
Morto, morto Sepultado com Cristo Vivo, vivo Ressuscitado com Ele Livre, livre A graça me libertou Vivo para Deus
Troca a roupa velha Que te veste de veneno A ira que não cessa O falar que rasga o outro O mentir que sustenta O que nunca foi inteiro
Cristo move o que te mata Santo Espírito, transformador
O velho homem já morreu Não sirvas mais a ele O novo já nasceu O Espírito te encheu
Livre-se da ira Vista a mansidão Abandone a língua torpe Vista o perdão Livre-se do que mata Vista o que cria Cristo é tudo Em todos, todo dia
Vista agora misericórdia Como quem veste a pele nova Benignidade, humildade Paciência que suporta
E sobre tudo isso, amor Que faz de muitos, um só Já não há servo, nem senhor Cristo é tudo em todos Te derrama Seu amor
Livre-se da ira Vista a mansidão Abandone a língua torpe Vista o perdão Livre-se do que mata Vista o que cria Cristo é tudo Em todos, todo dia
Não minta mais Cristo em ti renova Perdoe como foi perdoado Ame como foi amado Você foi escolhido Santo, amado Agora viva como tal
Livre-se da ira Vista a mansidão Abandone a língua torpe Vista o perdão Livre-se do que mata Vista o que cria Cristo é tudo Em todos, todo dia
Já pensou o que seria de nós Se Cristo não tivesse voltado? Tudo que a gente fala seria vazio Nossa fé não teria sentido
Ainda presos no que fizemos Os que se foram, perdidos Seríamos de todos os homens Os mais dignos de compaixão Vivendo por algo Que nunca existiu
Mas Ele rompeu a morte E tudo se fez novo O túmulo ficou vazio E a vida venceu
Já pensou o que seria de nós Se Cristo não tivesse voltado? Tudo que a gente fala seria vazio Nossa fé não teria sentido
Ainda presos no que fizemos Os que se foram, perdidos Seríamos de todos os homens Os mais dignos de compaixão Vivendo por algo Que nunca existiu
Mas Ele rompeu a morte E tudo se fez novo O túmulo ficou vazio E a vida venceu
Mas Ele rompeu a morte E tudo se fez novo O túmulo ficou vazio E a vida venceu
Cheguei com as mãos vazias Sem discurso pra ensaiar O que eu tinha era ruído Coração difícil de calar
O sacrifício que eu não trouxe Foi o único que ficou “Coração quebrantado” Não desprezaste, Senhor
Quebrantado Não vencido Pó que aprende a confiar Uuuuhhhhh Quebrantado Não perdido Sou barro em Tuas mãos
Caem muros que eu ergui Pra não precisar crer “Tira o coração de pedra” Dizes antes de eu ceder
Quebrantado Não vencido Pó que aprende a confiar Quebrantado Não perdido Sou barro em Tuas mãos
Quando sou fraco Aí é que sou forte Não por mim Mas por Ti
Quebrantado, uuuhhhh Aqui estou Nada em mim pra sustentar Quebrantado, ahhh…. Em silêncio É assim que aprendo a adorar
Vi um grande trono branco E Aquele que estava assentado A terra e o céu fugiram Não se achou lugar pra eles
E os mortos, grandes e pequenos Estavam de pé diante do trono E os livros foram abertos E outro livro se abriu O livro da vida
Os mortos foram julgados Pelo que estava escrito Segundo as suas obras
Onde está teu nome? Está no livro da vida? Onde está teu nome? Essa é a pergunta Que decide tudo Que decide tudo
O mar entregou os mortos A morte e o inferno também E cada um foi julgado Segundo as suas obras
Então a morte e o inferno Foram lançados no lago de fogo
Onde está teu nome? Está no livro da vida? Onde está teu nome? Essa é a pergunta Que decide tudo Que decide tudo
E todo aquele que não foi achado Escrito no livro da vida Foi lançado no lago de fogo
Não deixa pra depois Garante agora Teu nome no livro
Onde está teu nome? Está no livro da vida? Onde está teu nome? Essa é a pergunta Que decide tudo Que decide tudo
Não dá mais pra fingir Que eu posso sozinho Não dá mais pra esconder Que eu preciso de Ti
Me humilho diante de Ti Pra que em Teu tempo E se quiseres Tu me exaltes enfim
Explode em mim essa verdade Que sem Ti eu nada sou Me humilho sob Tua mão Espero o tempo do Senhor
Não dá mais pra fingir Que eu posso sozinho Não dá mais pra esconder Que eu preciso de Ti
Me humilho diante de Ti Pra que em Teu tempo E se quiseres Tu me exaltes enfim
Explode em mim essa verdade Que sem Ti eu nada sou Me humilho sob Tua mão Espero o tempo do Senhor
Quem se exalta Será humilhado Quem se humilha Será exaltado Não no meu tempo Mas no Teu Não pela minha força Mas pelo Teu querer
Explode em mim essa verdade Que sem Ti eu nada sou Me humilho sob Tua mão Espero o tempo do Senhor
Tu me sondas e me conheces Antes da palavra, já sabes O meu sentar, o meu erguer O teu olhar não se distrai
Não há lugar onde eu me esconda Do teu sondar, do teu buscar
Tu me sondas E me conheces por inteiro Tu me formas Nas profundezas do secreto Onde eu estava sendo feito Teus olhos me viram primeiro
Se eu subir aos altos céus Se eu descer, lá estás também Antes do amanhecer fugir Tua mão direita me sustém
Não há lugar onde eu me esconda Do teu sondar, do teu buscar
Tu me sondas E me conheces por inteiro Tu me formas Nas profundezas do secreto Onde eu estava sendo feito Teus olhos me viram primeiro
Sonda-me Conhece o meu coração Prova-me Conhece os meus pensamentos E vê se há em mim Caminho mau E guia-me No caminho eterno
Tu me sondas E me conheces por inteiro Tu me formas Nas profundezas do secreto Onde eu estava sendo feito Teus olhos me viram primeiro
Tu me sondas E me conheces Tu me formas Eu sou Teu mistério
Você recebeu um dom Mas guardou com medo Enterrou no fundo Pensando que era segredo
O que você não usa Começa a murchar E o tempo vai passando Sem você multiplicar
Deus não te deu pra guardar Te deu pra investir O risco de não tentar É maior que desistir
Ele volta um dia Pra ver o que você fez Se multiplicou o dom Ou enterrou de vez
Ao que tem, se dará Ao que não tem, se tirará Você colhe o que planta Ou planta nada E fica com as mãos vazias Na colheita
Ao que tem, se dará Ao que não tem, se tirará Você colhe o que planta Ou planta nada E fica com as mãos vazias Na colheita
Ao que tem, se dará Ao que não tem, se tirará Você colhe o que planta Ou planta nada E fica com as mãos vazias Na colheita
O telefone toca E o dia racha ao meio Como vidro que se parte Sem aviso, sem receio
Mas há uma Rocha Que não se move Quando tudo ao redor Desmorona e some
Quando o chão some Ele permanece Quando o chão some Ele não se move
Como oliveira antiga No monte queimado Raiz que bebe fundo Onde ninguém viu
Quando o chão some Ele permanece
A notícia é vento Que arranca e derruba Mas há uma Rocha Que o vento não muda
Nem tempestade Nem maré alta Abalam a Pedra Que nunca se abala
Quando o chão some Ele permanece Quando o chão some Ele não se move
Como oliveira antiga No monte queimado Raiz que bebe fundo Onde ninguém viu
Quando o chão some Ele permanece
E a tempestade passa E a maré recua Mas a Rocha fica Imóvel, absoluta
Quando o chão some Ele permanece Quando o chão some Ele não se move
Como oliveira antiga No monte queimado Raiz que bebe fundo Onde ninguém viu
E a alegria volta Porque Ele permanece
Posso ter voz, saber, razão Mover montanhas, convencer multidões Sem amor, sou ruído Som bonito, coração vazio
Não é pra me servir É pra te ver viver Não é tomar, é dar Não é prender, é permanecer
Só por amor Só por amor
Amar não exige troféu Não força, não molda, não usa Se esvazia pra sustentar Perde pra salvar
Paciente, não se exibe Não calcula, não desiste Tudo sofre, tudo crê Nunca falha
Não é pra me servir É pra te ver viver
Fé passa, esperança vai Mas o amor fica em pé
Só por amor
Lutei com a sombra da vida Até esquecer da luz Enganei o espelho Evitei a cruz
A retitude que buscava Escorria pelos dedos Fumaça vestida de esperança Amigos, festas, noites, risos e lágrimas
Até que parei, entendi, aceitei A retidão não pode ser minha Somente a Tua justiça em mim Alegria sem fim, gratidão sem par
Lutei com a sombra da vida Até esquecer da luz Enganei o espelho Evitei a cruz
A retitude que buscava Escorria pelos dedos Fumaça vestida de esperança Amigos, festas, noites, risos e lágrimas
Até que parei, entendi, aceitei A retidão não pode ser minha Somente a Tua justiça em mim Alegria sem fim, gratidão sem par
Até que parei, entendi, aceitei A retidão não pode ser minha Somente a Tua justiça em mim Alegria sem fim, gratidão sem par