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Fé de Cordel

Metanoia

Faixa 4

Na engrenagem do tempo, a sombra de espelhos Distorce o reflexo dos meus aparelhos Distorce o reflexo dos meus aparelhos

A fôrma do século chama pro fundo Mas eu não me amoldo ao abismo do mundo Mas eu não me amoldo ao abismo do mundo

Despindo a roupagem da velha ilusão A mente desperta, mudando a visão A mente desperta, mudando a visão

Lá na madeira d’aquela cruz, o ego tombou Lá na madeira d’aquela cruz, o ego tombou

Já não sou eu quem dita o compasso A velha semente quebrou no abraço Quem vive em mim foi o sangue que amou Quem vive em mim foi o sangue que amou

A casca passada de escamas e dores Ficou no deserto dos meus dissabores Ficou no deserto dos meus dissabores

Eu rasgo a cartilha da carne inflamada Do velho formato não levo mais nada Do velho formato não levo mais nada

Despindo a roupagem da velha ilusão A mente desperta, mudando a visão A mente desperta, mudando a visão

Lá na madeira d’aquela cruz, o ego tombou Lá na madeira d’aquela cruz, o ego tombou

Já não sou eu quem dita o compasso A velha semente quebrou no abraço Quem vive em mim foi o sangue que amou Quem vive em mim foi o sangue que amou

A fôrma do século Já não me amoldo A velha roupagem Ficou no deserto O velho compasso O ego tombou Quem vive em mim Já não sou eu Quem vive em mim Foi o sangue que amou